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QUANTOS PAÍSES EXISTEM ATUALMENTE NO MUNDO?
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Veja abaixo informações sobre a tabela periódica 2014 completa e atualizada, nela é possível saber mais sobre os periódos da tabela, as famílias, as propriedades periódicas e também sobre os elementos químicos: suas ligações químicas e suas características próprias.
A função da Tabela Periódica é agrupar os elementos químicos que contam com propriedades semelhantes, assim, ficam organizados os metais, os semimetais, não metais, os gases nobres, entre outros. Graças à Tabela Periódica você poderá se informar sobre a massa atômica dos elementos, número atômico e também as propriedades, além de encontrar muitas outras informações.
Com a Tabela Periódica ficou muito mais fácil estudar e compreender os elementos químicos e suas propriedades. Com a Tabela Periódica você pode de forma mais fácil, prever como seria o comportamento dos átomos em determinada situação, assim como o comportamento das moléculas formadas e até mesmo entender de forma bem mais descomplicada o motivo que leva certos átomos serem extremamente reativos enquanto outros são totalmente inertes.
Conheçam fleróvio e livermório: novos elementos da Tabela Periódica
Dividida em grupos, a Tabela Periódica facilita o estudo e compreensão, por exemplo, o grupo rosa e também o grupo magenta são os grupos dos Lantanoides e dos Actinoides, ou seja, os Lantanídeos e os Actinídeos.
A Tabela Periódica teve início ainda no ano de 1789 quando foi publicada uma simples tabela listando 33 elementos químicos, por Antoine Lavoisier.
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Mas depois de alguns anos, vários químicos procuraram uma forma de aprimorar esta tabela, pois a Tabela de Lavoisier agrupava os elementos da seguinte forma:
Substâncias simples, metálicas, não metálicas, salificáveis ou terrosas.
Johann Dobereiner chegou à conclusão de que muitos do elementos da tabela poderiam ser agrupados em três, de acordo co suas propriedades químicas e assim o lítio, sódio e potássio formaram grupos de metais reativos frágeis.
Composição da tabela periódica
Outra observação feita por Dobereiner é que uma vez que fossem organizados pelo peso atômico, o segundo membro de cada grupo de 3 sempre apresentava a média do primeiro e do terceiro.
Foi no ano de 1869 que Julius Meyer, químico alemão, apresentou sua tabela, contendo 49 elementos químicos, estando eles organizados pela sua valência.
Os anos foram passando e estudos foram sendo realizados e a tabela sendo aprimorada.
Em 1913 o inglês Henry Moseley fez a medição das frequências de linhas espectrais de raios X, em 40 elementos e descobriu algumas inversões relativa à ordem na tabela periódica, sendo este um dos primeiros trabalhos referente ao modelo atômico de Bohr.
A tabela periódica foi sendo aprimorada e cresceu mais com a chegada dos elementos sintéticos e também dos transurânicos.
Admiradas por uns, odiadas por outros, as borboletas embelezam por suas cores mas podem trazer prejuízos quando estão se desenvolvendo ainda na fase de lagarta. Saiba agora um pouco mais sobre as borboletas, curiosidades e sua forma de vida.
A Borboleta é conhecida por ser um inseto voador, que possui dois pares de asas, pertencente à ordem Lepidotera classificados nas superfamílias hesperioidea e papilinoidea, que constituem o grupo "Rhopalocera".
São encontradas na natureza e conhecida por possuir diversas cores e tamanhos. São admiradas principalmente por sua beleza. Todos gostam de apreciar uma linda borboleta multicor, voando em uma praça entre as flores, ou no jardim de nossa casa. Com suas grandes asas e desenhos em formatos variados e cores vivas, as borboletas atraem a admiração do ser humanos há anos!
As borboletas se alimentam do néctar das flores e do sumo em decomposição dos frutos. Além disso, as borboletas ficam longos períodos em jejum, durante as migrações. Um fator interessante é que algumas espécies de borboletas conseguem voar mais de 2.200 km. São verdadeiras viajantes na luta por sua sobrevivência e perpetuação da espécie.
Algumas espécies de borboletas são vistas como pestes, pois enquanto larvas podem danificar culturas ou árvores, a outras que são agentes de polinização. Bem diferente do que muitos imagina, há várias espécies de borboletas, sendo importante conhecê-las para saber se elas irão trazer benefícios ou prejuízos a uma plantação, por exemplo.
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As borboletas têm dois pares de asas membranosas, nas quais são cobertas de escamas, que apresentam formas e cores variada e todas elas apresentem peças bucais adaptadas à sucção. Possui um órgão especial, a espirotrompa, quando estão em repouso, permanece enrolada, formando uma espiral e somente se estende quando as borboletas querem sugar o néctar.
Além disso, são conhecidas por terem hábitos de vida diurnos e pela sua metamorfose que ocorre dentro de uma crisálida rígida.
As borboletas podem ter o peso mínimo de 0,3 gramas e algumas espécies podem chegar a pesar 3 gramas.
O ciclo de vida das borboletas ocorre em 4 etapas: ovo (fase pré-larval), larva (lagarta), pupa (casulo) e imago (fase adulta).
Durante a fase de lagarta, elas alimentam-se de uma grande quantidade de alimento para criar reservas alimentícias. Depois ficam penduradas numa folha por um par de falsas pernas, de cabeça para baixo. Ao chegarem à fase adulta, as borboletas podem durar de duas semanas a três meses, tudo depende da espécie.
Enquanto está na fase de lagarta, poderá trazer prejuízos, pois a lagarta fica em plantas, como as verduras e se alimentarão das folhas, prejudicando assim, a colheita. Muitas casas que possuem verduras no quintal sofrem com estas lagartas, que aos poucos vão destruindo as folhas das plantas. Mas as borboletas têm papel fundamental na natureza e é preciso saber desta importância, até mesmo para preservá-las.
Confira informações importantes sobre o jacaré do pantanal para seu trabalho e pesquisa a seguir.
O jacaré é um réptil que pertence a família Alligatoridae, sendo descendente dos primeiros répteis que habitaram a Terra, há cerca de 230 milhões de anos.
Ele também é parente dos crocodilos, mas apesar de serem semelhantes se diferenciam, pois possuem membranas entre os dedos das patas traseiras, o que o que lhes permite ter grande habilidade de natação, possui uma cabeça mais curta e larga e seu quarto dente canino se encaixa em sua mandíbula superior, ao contrário do crocodilo, que tem esse mesmo dente exposto quando fecha a boca.
Os jacarés costumam ser encontrados no continente americano, sendo que o mais comum é o jacaré do pantanal, sendo uma das principais espécies do Brasil, que ser encontrado na região centro-oeste. Além de nosso país, esse jacaré também habita outros países da América do Sul como no norte da Argentina, sul da Bolívia e rios do Paraguai.
Esse animal mede de dois a três metros de comprimento e costuma comer em geral animais aquáticos como peixe, moluscos e crustáceos, sendo que suas fezes servem de alimento para muitos peixes. No entanto eles também podem comer aves e até capivaras. A coloração de sua pele é bastante variada, apresentando o dorso escuro com faixas transversais amarelas, especialmente na região da cauda.
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As fêmeas costumam por de 20 a 30 ovos em um ninho na mata ou sobre vegetação flutuante, geralmente a época de reprodução é entre janeiro e março que coincidem com a época de cheias no Pantanal. Sendo que os ovos são incubados de 70 a 80 dias e a mãe dificilmente sai de perto deles. Os filhotes nascem muito pequenos com cerca de 20 cm de comprimento.
Por isso se alimentam de animais menores como insetos, ratos, sapos e até pequenos peixes. Eles atingem a idade adulta aos três anos de idade.
Quando estão em terra não costumam ser tão rápidos, por isso se escondem na água a qualquer ameaça que aparecer. Na água eles são bem ágeis e fortes, caçando suas presas com destreza.
Esses jacarés também tem importante papel na seleção natural, pois geralmente caçam animais fracos, doentes ou velhos. Também costumam se alimentar de caramujos, causadores de doenças ao ser humano.
No entanto eles se encontram em perigo de extinção devido a caça através de coureiros que matavam os jacarés atrás do couro e da carne.
Por isso o IBAMA tomou uma medida para impedir a caça do animal selvagem, sendo que muitos possuem criadouros para fins comerciais. O couro e a carne do jacaré é bem valorizado tanto na indústria nacional quanto internacional, para fabricação de bolsas e calçados e como alimento.
Para você que necessita fazer uma pesquisa sobre bactérias e fungos, confira um breve resumo sobre esses interessantes seres vivos a seguir.
As bactérias são seres vivos que pertencem ao Reino Monera, são formadas por apenas uma célula procarionte, a qual não possui envoltório nuclear, deixando seu material genético disperso no citoplasma.
Elas são os organismos mais simples e antigos do planeta Terra, podendo ser encontradas em diversos lugares, até mesmo na Antártida.
Isso acontece porque elas podem viver em diversas condições, tanto em lugares muito quentes como frios, ricos em oxigênio ou pobres. As bactérias podem viver tanto isoladas como em colônias, sendo capazes de se reproduzir rapidamente.
Elas se reproduzem principalmente de forma assexuada, por cissiparidade ou bipartição, dessa forma elas podem ser geneticamente iguais ou sofrer alguma alteração em seu material genético durante a divisão celular.
Esses organismos podem obter sua fonte de energia através da luz, substâncias inorgânicas ou orgânicas.
As bactérias conseguem transformar matéria orgânica em moléculas de composição simples, tendo um papel muito importante para o equilíbrio dos ecossistemas, atuando na decomposição. Mas além de se adequar ao ambiente, as bactérias também podem viver no organismo de outros seres vivos, podendo fazer bem a ele ajudando-o a digerir alimentos que não consigam ou serem parasitas, alimentando-se de tecidos corporais dos seres vivos, podendo causar doenças.
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Os fungos podem ser unicelulares ou pluricelulares, sendo constituídos de células eucariontes, que possuem envoltório nuclear. Geralmente são organismos que vivem em grupos e por serem fisicamente parecidos com as plantas são estudados juntamente com elas na botânica. Apesar disso, segundo pesquisas recentes geneticamente eles são mais semelhantes aos animais.
Assim como as bactérias eles podem ser encontramos em diversos ambientes, tanto em formas microscópicas quanto macroscópicas, como no caso de cogumelos, que podem ser usados na alimentação e bolores. Os fungos podem viver dispersos no ar ou com outros seres vivos, podendo fazer bem ao organismo do hospedeiro, ajudando a sintetizar substâncias quanto mal, podendo ser causar doenças e até matar.
Diferentes das plantas e de algumas bactérias eles não são capazes de produzir seu próprio alimento. Sendo que podem se alimentar de matéria orgânica ou vegetal morta, atuando como decompositores e assim ajudando no ciclo de nutrientes ou como parasitas, vivendo dentro de hospedeiros, absorvendo seus nutrientes para se desenvolverem.
Para digerir o alimento eles soltam uma espécie de enzima digestiva chamada de exoenzima ao seu redor. Elas digerem as moléculas orgânicas, permitindo que o fungo absorva seu alimento.
Esses organismos podem Ele pode se reproduzir tanto de forma sexuada quanto assexuada, sendo bem complexas, tendo seu próprio ciclo de desenvolvimento, que também é visto como uma das formas de diferenciá-lo dos outros seres vivos.
Se você está fazendo uma pesquisa sobre baleias orcas, azul e jubarte, confira importantes informações a seguir sobre esses animais.
As baleias são mamíferos que pertencem ao grupo dos cetáceos, assim como os golfinhos e peixes-boi.
Baleia Orca
Elas são os maiores cetáceos que existem, tendo um corpo aerodinâmico parecido com o de um peixe, o que lhe dá mais mobilidade na água, no entanto não podem respirar debaixo d´água, pois não possuem guelras. Por isso elas sobem a superfície de tempos em tempos para respirar oxigênio.
Apesar de ser conhecida como baleia-assassina, a orca na verdade pertence ao grupo dos golfinhos, sendo o membro de maior porte da família Dephinidae, podendo chegar a 10 metros de comprimento e a pesar nove toneladas. Ela pode ser encontrada em todos os oceanos do mundo, sendo o segundo mamífero de maior área de distribuição geográfica após o homem.
Baleia Azul
A orca se alimenta de peixes, moluscos, aves, tartarugas, focas e tubarões, podendo caçar animais maiores quando caçam em grupo. Elas costumam viver em grupos familiares extensos, comunicando-se através de sons, como os golfinhos, viajando em formações que vez ou outra aparecem na superfície. Os machos são maiores que as fêmeas, mas estas podem viver mais que eles, até os 90 anos.
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A baleia azul é o maior mamífero que existe, podendo chegar a 30 metros de comprimento e pesar 180 toneladas. Elas tem um corpo longo e esguio. Apesar de seu tamanho essas baleias não possuem dente, alimentando-se através de suas lâminas córneas em sua boca, pelas quais ela s filtram a água do mar puxando pequenos crustáceos chamados krill, que são sua principal fonte de alimento.
Baleia Jubarte
No entanto elas também podem se alimentar de pequenos peixes e lulas.
Elas viviam em grande quantidade quase todos os oceanos até o início do século XX, no entanto quando começaram às caçadas, elas quase chegaram à extinção, resistindo somente através mecanismos de proteção da comunidade internacional.
Hoje existem cerca de três a quatro mil espécimes vivos, sendo que 2 mil se encontram na costa californiana.
A baleia jubarte pode ser encontrada em mares do mundo todo. As fêmeas geralmente são maiores que os machos podendo medir até 17 metros e os machos 16. Sendo que o peso médio é de 40 toneladas.
Dificilmente elas vivem em grupos, a maioria é solitária, sendo que quando há grupos são efêmeros, durando apenas algumas horas. Como elas costumam caçar durante o verão e se alimentar de sua gordura corporal durante o inverno, se unem a outras para caçar.
Sua alimentação é bem diversificada, podendo se alimentar de krikk, cospépodes e várias espécies de peixes. Essas baleias se tornam adultas aos cincos anos, podendo viver até 50 anos.
Confira a seguir informações sobre o que são linfonodos e sua importância para o corpo humano.
Os linfonodos são importantes órgãos que fazem parte do sistema linfático. Esses pequenos órgãos perfurados também chamados de gânglios linfáticos e se encontram dispostos na rede linfática, uma rede de dutos que faz parte do sistema linfático.
Os linfonodos se encontram dispostos na rede linfática, a qual forma o sistema linfático, que é muito importante não só para o sistema imunológico como circulatório, pois a linfa transportada nele volta para o sistema circulatório livre de impurezas.
Pois o sistema linfático remove os fluidos em excesso dos tecidos corporais, absorve os ácidos graxos e transporta a gordura para o sistema circulatório, além de que como dissemos anteriormente produzi células imunes.
É nos linfonodos que a linfa é filtrada. A linfa é um fluido originado do sangue que contém glóbulos brancos que protegem nosso organismo contra bactérias e vírus invasores.
Além disso, também passam por eles oxigênio, proteínas e glicose, substâncias importantes para o sistema circulatório, que tem como função levar nutrientes e oxigênio para os órgãos do corpo humano.
Quando ela passa pelos linfonodos deixa para trás vírus, bactérias e resíduos celulares, os quais os são fagocitados pelos linfócitos e macrófagos, células que compõem o linfonodo.
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Dessa forma podemos dizer que a principal função dos linfonodos é a de proteção contra os micro-organismos, pois uma vez que se encontram espalhados por todo corpo, assim que o nosso organismo é infectado, os linfócitos próximos ao local se multiplicam rapidamente para impedir a passagem e destruir os invasores.
Também ocorre a liberação de substâncias que atraem linfócitos e macrófagos com o intuito de otimizar a defesa, no entanto devido a grande quantidade de linfócitos, os linfonodos acabam inchando formando ínguas, sendo possível detectar o processo infeccioso através deles.
Assim que a infecção é combatida as ínguas tendem a se desfazer e os linfonodos voltam a seu tamanho normal.
No entanto caso a infecção continue pode levar a outros problemas como anemia, anorexia, febre, distúrbio de coagulação, entre outros.
Os linfonodos são revestidos por uma cápsula de tecidos conjuntivos, as quais emitem ramos internos, assim dividindo-os em lóbulos incompletos. Vendo assim ele é dividido em zona cortical, paracortical e medular.
É na zona cortical que os linfócitos B entram em fase de maturação, sendo que eles se proliferam nos folículos germinativos. Na zona paracortical se encontram os linfócitos T e na região medular as células B e T, plasmócitos e macrófagos.
Apesar da importância dos linfonodos no corpo humano nele e em todo o sistema linfático pode ocorrer a disseminação de alguns tipos de câncer, como o de mama.
Sendo assim quando um linfonodo contém um tumor também pode aumentar de tamanho e nesses casos só é possível eliminar os tumores através de quimioterapias ou radioterapias.
Quanto ao seu desenvolvimento embrionário os animais são divididos em ovíparos, ovovivíparos e vivíparos.
Os ovíparos são os animais que botam ovos fecundados no meio externo, como as aves, a maioria dos répteis, peixes e insetos.
O desenvolvimento do embrião ocorre dentro do ovo, através de um material nutritivo que existem dentre dele, dependendo de uma fonte de calor externa, como o corpo da mãe ou mesmo os raios solares.
O problema é que os ovos ficam expostos, podendo ser pegos por predadores ou mesmo destruídos através da ação do clima.
Por isso que os animais ovíparos costumam botar uma boa quantidade de ovos, para garantir a sobrevivência da espécie, com exceção de algumas espécies de aves com o pinguim que costuma botar um ovo, sendo raros os casos com dois ovos.
Animais ovíparos
Os animais que mais tem cuidado com seus ovos são as aves, que costumam ficar 24 horas por dia próximas aos ovos, aquecendo-os e protegendo-os, já os répteis costumam como tartarugas costumam enterrar os ovos na areia, deixando-os protegidos contra as ações do tempo e predadores.
Animais ovovivíparos
Os peixes por outro lado costumam esconder seus ovos em pequenos orifícios em rochas e corais, postando uma grande quantidade para garantir a sobrevivência.
Os ovovivíparos são animais que se desenvolvem dentro de ovos, mas ao contrário dos ovíparos eles não são postados no ambiente externo, continuando alojados dentro do corpo da mãe.
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Dessa forma aumentando a proteção. O embrião se desenvolve através do material nutritivo que há no ovo, sendo que este eclode dentro de corpo da mãe, que libera os filhotes formados, no entanto não há qualquer ligação entre a mãe e o embrião, no entanto ela sofre um maior gasto energético por comportar os ovos. Esse caso acontece em alguns peixes como tubarão, espécies de cobras e invertebrados.
Animais vivíparos
Já os vivíparos são animais que se desenvolvem dentro do corpo da mãe, como é o caso da maioria dos mamíferos, alguns peixes, répteis, anfíbios, insetos e claro o ser humano. Nesse caso o embrião é totalmente dependente da mãe, cujo organismo nutre e fornece condições para o novo ser crescer, através da placenta que disponibiliza nutrientes e retira os produtos da excreção.
O embrião encontra-se mais protegido, exigindo um grande esforço da fêmea. No entanto a relação entre mãe e filhote é mais forte, e o desenvolvimento de outros laços também é mais forte. Por isso a maioria dos mamíferos se relaciona melhor entre si, como os cachorros que se apegam facilmente a seus donos, e animais selvagens que podem ser considerados da família.
No entanto apesar da maioria dos mamíferos ser vivípara nem todos o são, com exceção do ornitorrinco e equidnas que são únicos mamíferos ovíparos.
O desenvolvimento fetal do bebê tem duração de 40 semanas, as quais são decisivas para sua formação. Tudo começa a partir da fecundação, na fase de ovulação da mulher, que ocorre duas semanas depois do início da menstruação.
O médico calcula o tempo de gravidez desde o último dia da menstruação, pois é difícil saber o período em que a mulher entra na fase de ovulação, isso varia de organismo para organismo.
No primeiro mês ocorre a fecundação, dando origem ao zigoto, uma pequena bolinha de células que se multiplica rapidamente.
Enquanto isso o corpo da mulher se prepara para comportar o feito, sendo que a placenta começa a se formar, envolvendo o embrião com o líquido amniótico, o qual auxilia na alimentação do embrião e protege-o, caso a mãe sofra alguma batida ou queda.
Já nas três primeiras semanas a mulher pode saber se está grávida ou não, pois nesse período a placenta começa a produzir o hormônio hCG, o qual é detectado nos testes de gravidez.
Esse hormônio avisa aos ovários para pararem a liberação de óvulos, provocando o aumento dos hormônios femininos estrogênio e progesterona, que impedem que o útero descame, assim estimulando o crescimento da placenta.
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Ao final do primeiro mês o embrião atinge o tamanho de uma semente de maçã, cerca de 0,4 cm.
A partir do segundo mês o desenvolvimento se dá rapidamente sendo que o coração do embrião é o primeiro a se formar, dando origem ao aparelho circulatório e assim desenvolvendo outras partes como o sistema nervoso, aparelhos digestivo e respiratório.
Assim o embrião já se transforma em feto, com olhos, boca, nariz, braços e pernas. Atingindo cerca de 4 cm.
No terceiro mês começa a se formar o esqueleto do corpo, incluindo as mãos e pés. E o feto multiplica de tamanho chegando a 14 cm. A partir do quarto mês com o sistema esquelético o feto começa a se movimentar, por isso é comum a mãe sentir os famosos “chutes”.
Ele também começa a sugar e engolir, a até mesmo perceber alterações de luz e diferenciar gostos amargos e doces.
No quinto mês começa a nascer cabelos, cílios e sobrancelhas e os órgãos sexuais que já podem ser vistos no exame de ultrassom.
No sexto mês o bebê já está com 32 cm e consegue reconhecer sons externos com a voz e respiração da mãe, começando a se formar as impressões digitais.
No sétimo mês o bebê já está totalmente formado, se encontrando em sua fase de crescimento. Ele já tem reações como bocejar, abrir olhos, dormir e mover-se, reagindo a estímulos sonoros.
No oitavo mês o bebê começa a ficar em posição de parto, de cabeça para baixo, formando uma camada de gordura sob sua pele que manterá sua temperatura após o nascimento.
E por fim no nono mês o bebê já está pronto para nascer medindo entre 45 cm e 50 cm, tendo a capacidade de controlar a respiração.
Infecção urinária causada por Escherichia coli é comum na mulher, mas durante a gravidez pode ser muito perigoso para a mãe o bebê. Confira os riscos e mais informações a seguir.
A infecção urinária nunca é agradável, causando dor e desconforto, muito comum em mulheres. Como muitos sabem o corpo da mulher possui milhares de bactérias que podem causar infecções, no entanto elas só se manifestam caso o sistema imunológico da mulher esteja mais fraco ou haja condições para sua reprodução.
Esse é o caso da Eschericia coli, uma bactéria muito comum ao ser humano, a qual se encontra normalmente em nosso organismo, no caso das mulheres ela se instala na vagina, sua presença se dá através do contato com fezes humanas, o que é comum em mulheres pelo posicionamento do órgão reprodutor feminino que se encontra próximo ao ânus, ou mesmo pelo contato com animais e piscinas públicas, local onde frequenta um grande número de pessoas.
Se ela se mantiver na vagina não causará problemas, sendo que pode causar doença através de sua disseminação em outros órgãos.
Durante a gravidez a infecção por essa bactéria pode acontecer, pois os hormônios da gravidez relaxam os músculos da uretra, fazendo com que o fluxo da urina e rins para a bexiga fique mais lento.
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E como o útero cresce pelo desenvolvimento do embrião, acaba comprimindo o canal da uretra, tornando mais difícil a liberação da urina. Dessa forma as bactérias se reproduzem mais rápido nesse meio, irritando o local, provocando a infecção.
Entre os sintomas estão dor ao urinar, caso não seja tratada a infecção fica ainda pior, podendo atingir outros órgãos como os rins, causando a pielonefrite, que é caraterizada pelos sintomas de febre, calafrios, dor lombar, náusea e vômito.
Além disso, também pode causar diarreia, fazendo com que o organismo perca líquido e deixe a grávida desidratada. Em casos mais raros, quando a infecção não é tratada pode vir a causar sangramento abundante, sendo que há o risco de aborto ou parto prematuro.
Por isso o ideal é tratar o quanto antes, o tratamento se baseia no uso de antibióticos que não oferecem risco ao bebê.
O diagnóstico é dado através de um exame de urina tipo 1, o que por via das dúvidas, a mulher gestante deve fazer a cada dois ou três meses.
Como a doença também causa desidratação, o ideal é que as gestantes se mantenham bem hidratadas, bebendo muita água, o que também facilita a saída da urina.
Outra dica é urinar após as relações sexuais, pois o contato também pode proporcionar um aumento no número dessas bactérias.
Por isso é bom tomar todos os cuidados necessários e consultar um médico, caso sinta algum dos sintomas indicados acima.
Leishmaniose visceral é uma doença causada por um perigoso parasita chamado Leishmania chagasi, um protozoário que costuma se desenvolver dentro do mosquito-palha, seu principal hospedeiro.
Assim ele é transmitido através de sua picada, infectando mamíferos, principalmente cachorros, gatos e ratos, e também o ser humano.
Assim como a dengue, a fêmea do mosquito-palha passa diretamente o protozoário a outro indivíduo, por isso a doença não é contagiosa.
No entanto ela não deixa de ser preocupante, sendo capaz de causar a morte.
Até se manifestar a doença demora algum tempo, variando entre 10 dias e 24 meses, dependendo do organismo infectado. Entre os sintomas estão febre constante, fraqueza, falta de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreia, sangramentos na boca e intestino, descamação da pele, aparecimento de calombos no couro cabeludo e escurecimento da pele.
Os sintomas podem ser confundidos com outras doenças como a malária, esquistossomose, febre tifóide, entre outros, mas o diagnóstico deve ser rápido, caso contrário a vida do paciente correrá risco. Para isso são feitos testes sorológicos e de punção da medula óssea, detectando a presença do parasita e anticorpos.
Essa doença pode ser curada no ser humano, mas infelizmente não nos animais, por isso no caso deles o recomendado é a eutanásia.
O tratamento se resume a antimoniais pentavalentes, medicamentos via endovenosa que mata o parasita, no entanto pode causar efeitos colaterais como artralgia, mialgia, náusea, vômito, anorexia, cefaleia, entre outros.
Outra opção é a antofetericina B, no entanto esse medicamento é muito caro.
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Mas foi desenvolvida uma nova droga via oral chamada miltefosina que tem se mostrado eficiente no tratamento da doença. É preciso se cuidar durante o tratamento, pois a regressão dos sintomas é lenta e deve ser seguida todas as orientações do médico, sendo que a leishmaniose visceral pode se manifestar novamente até seis meses após o término do tratamento.
Para evitar a infecção o importante é evitar o aparecimento do mosquito-palha, um inseto caraterizado por sua coloração marrom-avermelhada com pelos em seu corpo. Para isso é importante manter a casa limpa, sem lixo no quintal e poças de água, pois eles costumam se reproduzir em locais escuros, úmidos com acúmulo de material orgânico.
Esses animais costumam atacar nas primeiras horas do dia ou ao entardecer. Por isso é importante colocar telas nas janelas e manter o lixo bem fechado, é importante também cuidar da saúde dos animais domésticos especialmente o cão. Pois uma vez infectado ele poderá ser reservatório para o parasita, o qual conforme se desenvolve pode acabar infectando pessoas e outros animais através da picada do mosquito.
Em caso de infecção o ideal é avisar ao serviço oficial de saúde, para que a doença não se espalhe e o foco seja eliminado.
Confira a seguir o que são ribossomos e qual sua função.
A célula, a principal unidade de formação de um ser vivo, possui muitas organelas essenciais para seu bom funcionamento, cada qual com sua função e organização.
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Entre elas os ribossomos, organelas que tem a importante função de sintetizar proteínas e enzimas usadas pela célula.
Essas organelas podem ser encontradas tanto em células eucariontes como procariontes.
No caso de células eucariontes os ribossomos ficam presos uns aos outros ao longo da fita de RNA, formando polissomas, assim sendo capazes de sintetizar as proteínas e enzimas usadas pela célula.
Os ribossomos agem sintetizando as fitas proteicas de RNA complementares às já existentes, assim produzindo proteínas, as quais são utilizadas pela célula para a realização de suas funções.
Por outro lado as enzimas são aderidas à parede do retículo endoplasmático (importante organela presente em células eucariontes, tendo como função a síntese de proteínas e lipídios, desintoxicação celular e transporte intracelular).
No caso de células eucariontes, para serem armazenadas em vesículas e transportadas para o complexo de Golgi (importante organela de células eucarióticas, cuja função é processar proteínas produzidas pelos ribossomos e distribuí-la na célula), onde são empacotadas e enviadas para fora da célula.
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Os ribossomos também podem ser encontrados no retículo endoplasmático, formando assim o retículo endoplasmático rugoso.
Já em células procariontes os ribossomos se encontram livres espalhados no hialoplasma, onde se originam.
Como as células procariontes são criadas a partir de proteínas e RNA ribossômico específicos, nesse caso os ribossomos se constroem sozinhos através dos componentes das células.
O ribossomo é composto pelo flagelo ribossomático, o qual compõem 60% de sua massa total, e 50 tipos diferentes de proteínas. Um ribossomo chega a medir 210 nanômetros, tendo duas unidades de tamanhos diferentes que se encaixam na fita de RNA.
A subunidade maior possui duas regiões de contato direto com o RNAt (transportador), o Sítio A, onde chega o RNAt e o Sítio P onde as ligações peptídicas (ligação química entre duas moléculas, onde ocorre a liberação de uma molécula de água), se formam através da união entre dois aminoácidos, um do Sítio A e outro do Sítio P.
Somente é possível que ele exerça sua função quando suas subunidades se encontram unidas.
Elas somente se separam após a formação da proteína.
Além dos aminoácidos o ribossomo também pode unir outros componentes que são importantes na síntese de proteínas, como as moléculas de RNA, que tem a função de traduzir as sequências de aminoácidos de uma proteína.
Todas as reações que ocorrem através dos ribossomos tem o importante papel de produzir proteínas, as quais são essenciais para o desenvolvimento de órgãos e tecidos do corpo humano.
A Tecnologia nos dias de hoje traz benefícios mas também deixa muito a desejar. A tecnologia cara não está ao alcance da grande maioria da população. A tecnologia importada custa cara e valoriza os profissionais do nosso país.
Mas ainda assim, a tecnologia se faz presente no nosso dia a dia de todas as formas, em todas as áreas, trazendo muitos benefícios.
A tecnologia acabou se tornando em algo banal, comercial. Agora a moda é dar presentes tecnológicos. Seja no Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados ou até mesmo no Dia das Crianças, os aparelhos tecnológicos são os preferidos.
As pessoas acabaram esquecendo da importância da tecnologia em nossa vida.
Veja como ficou muito mais fácil acessar sua conta bancária. De casa você consulta seu saldo, verifica o extrato, faz investimentos e até pagamentos! Também pode verificar se consta multa para seu veículo, conversar com os amigos mais distantes, procurar emprego e comprar ou vender os mais variados produtos.
Mas a tecnologia não está restrita a todas estas possibilidades, a tecnologia faz muito mais por você! É a tecnologia que permite que não falte alimento no mercado, pois graças à tecnologia avançada, máquinas poderosas garante maior produção de alimentos.
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A tecnologia também traz grandes melhorias para a medicina e hoje é possível realizar procedimentos que há alguns anos atrás nem se imaginava que um dia pudesse ser feito.
É a tecnologia que também cuida de nosso planeta, pois estudos têm colocado no mercado aparelhos mais eficientes e que poluem menos, para que possamos usufruir de muitas comodidades sem trazer tantos prejuízos ao meio ambiente.
E o que possibilitou tudo isto foram os investimentos feitos durante anos, pessoas que acreditaram e pessoas que financiaram projetos, alguns até sendo criticados mas que depois foram condecorados por suas descobertas, seus avanços.
A Tecnologia nos dias de hoje é bastante avançada, mas pode ir muito mais além, para isto, Governos e Empresas precisam investir mais para garantirem que no futuro poderemos usufruir de produtos e serviços ainda melhores e que não tragam prejuízos para o planeta, porque nenhuma tecnologia é boa o suficiente se para sua existência seja preciso colocar a vida do planeta em risco.
Também é preciso garantir o estudo de qualidade aos jovens, para que eles possam aprender e desenvolver novas técnicas para que a tecnologia continue evoluindo e trazendo benefícios para todas as áreas.
O Brasil infelizmente está muito atrasado nesta área, importa muita tecnologia que poderia estar sendo desenvolvida aqui. E temos bons profissionais que têm boas ideias, boas criações, mas não encontram apoio para levarem suas pesquisas adiante.
O país precisará olhar para dentro, valorizar seus talentos e assim garantir uma tecnologia barata, pois desta forma ela estará acessível a um número maior de pessoas.
O Sistema Solar nada mais é o sistema onde vivemos, em que se encontra nosso planeta Terra e outros corpos celestes que giram ao redor do Sol.
Ele é formado por uma série de corpos celestes, entre os maiores estão os 8 planetas do Sistema Solar, entre eles Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno,Urano e Netuno, sendo que Plutão pertencia ao grupo, no entanto em agosto de 2006 a União Astronômica Internacional mudou os critérios para a definição de um planeta, e como ele era pequeno em comparação com os outros, passou a ser considerado um planeta anão.
Além de Plutão há mais quatro planetas anões ou planetóides, entre eles Éris, Ceres, Haumea e Makemake. Em seguida vem os diversos satélites naturais, como a lua, que orbitam em torno dos planetas e corpos menores como asteroides e cometas e poeiras interplanetárias.
Segundo cientistas o Sistema Solar foi formado há mais ou menos 4,6 bilhões de anos, e sua origem se deu através de uma mesma nuvem de poeira e gás chamada Nebulosa Solar Primitiva.
Em determinado momento provavelmente através de influência gravitacional ocorreu um colapso desta nuvem provocando o desequlíbrio gravitacional, gerando sua contração e assim através de uma série e fenômenos envolvendo variação de altas temperaturas e transformação de gases os corpos celestes foram se formando dando origem ao Sistema Solar que conhecemos hoje.
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Os movimentos dos corpos se dá pela baixa gravidade do espaço, como a nebulosa já se encontrava em movimento, ao dar origem aos corpos eles continuaram a orbitar, e como não há uma grande força gravitacional para pará-los eles continuam a girar.
As primeiras teorias do movimentos dos corpos apontavam que os planetas e o Sol giravam em torno da Terra, que estava no centro do Universo.
No entanto através do modelo heliocêntrico de Copérnico foi provado que a Terra e todos os outros corpos celestes orbitavam o Sol, o que mais tarde a Teoria da Relatividade de Einsten comprovou.
O Sol é a estrela que se localiza no centro do Sistema Solar. Ele é formado por gases hionizados, especialmente hidrogênio e hélio.
O Sol possui uma dimensão tão grande que em seu interior caberiam mais de 1 milhão de planetas do tamanho da Terra.
Os planetas não possuem luz própria como as estrelas, sendo que só podemos vê-los devido à luz do Sol refletida neles. Ao redor deles gravitam cerca de 67 satélites, entre eles a Lua, que é o satélite natural da Terra.
Já os asteroides são menores que os planetas e são compostos por blocos de rocha e ficam gravitando sem destino, podendo até mesmo cair em algum planeta quando se aproximam muito.
Já os cometas são formados por poeira cósmica e gelo, e segundo cientistas acreditam que um cometa tenha causado a extinção dos dinossauros, preocupando cientistas que isso possa vir a acontecer novamente e causar um grande dano ao nosso planeta.