Não é só o tomate! Cebola, batata e arroz também disparam e pesam no bolso do brasileiro
Quem foi ao supermercado recentemente pode ter percebido: fazer a compra está cada vez mais caro. E o problema não está apenas no tomate.
A prévia da inflação de outubro de 2026, divulgada pelo IBGE, mostrou aumentos expressivos em diversos alimentos básicos consumidos pelas famílias brasileiras.
Os números chamam atenção e mostram como a alta dos alimentos pode afetar diretamente o orçamento doméstico.
Veja quanto subiram os alimentos em outubro
Segundo o IPCA-15, indicador que antecipa a inflação oficial, alguns dos principais aumentos registrados na alimentação dentro de casa foram:
Tomate: alta de 24,54%
Cebola: alta de 13,63%
Batata-inglesa: alta de 10,96%
Arroz: alta de 5,80%
Os percentuais representam a variação registrada no período de coleta do IPCA-15 de outubro, e não o aumento acumulado do ano.
Alimentação dentro de casa subiu 1,01%
Outro dado que merece atenção é o aumento de 1,01% nos preços da alimentação consumida dentro de casa em outubro, segundo o IBGE.
O grupo Alimentação e Bebidas teve alta de 0,88% no período.
Embora o índice geral do IPCA-15 tenha desacelerado para 0,32%, a realidade de quem precisa abastecer a geladeira foi diferente: os alimentos voltaram a pressionar o orçamento.
Por que os alimentos estão ficando mais caros?
Entre os fatores que podem influenciar os preços estão:
Problemas climáticos que prejudicam plantações e colheitas.
Redução da oferta de determinados produtos.
Custos de transporte e distribuição.
Variações nos custos de produção e comercialização.
No caso de produtos como tomate e batata, as condições climáticas podem afetar diretamente a oferta e provocar oscilações expressivas nos preços.
E o consumidor, como fica?
O brasileiro não consegue simplesmente deixar de comprar alimentos básicos. Arroz, verduras, legumes e outros produtos fazem parte da rotina de milhões de famílias.
Quando esses itens sobem, sobra menos dinheiro para outras despesas, como combustível, transporte, contas de água e energia.
A pergunta que fica é: até quando o trabalhador terá que fazer malabarismo para conseguir colocar comida na mesa?
E na sua cidade? Os preços também dispararam?
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Fonte: IBGE, IPCA-15 de outubro de 2026.

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